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Fátima Trinchão
Poesias, Contos, Crônicas
Textos


 

EXTREMOS

Este mar inebriante,
este navio a balançar,
este tédio, calmaria,
que teima em vincar-me a fronte;
quando estou em cima do mar;
em cima do mar, eu me lembro,
a brisa vem cá me lembrar,
da distância donde estou,
da distancia em que estás.
Neste navio a balançar,
nas ondas em desalinho,
estendo meus olhos ao mar,
na direção do horizonte,
buscando em vão te encontrar,
percebo então num segundo,
que estou cá, de pé na ponte,
e tu, n'outro extremo do
mundo!




                                                   Fotografia:Mar

Fátima Trinchão
Enviado por Fátima Trinchão em 19/05/2011
Alterado em 08/11/2016
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