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Fátima Trinchão
Poesias, Contos, Crônicas
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SECA CRUEL

Na seca do sertão agreste,
Padece o homem,
Padece o bicho,
Padece a terra,
Padece a roça,
Padece.
Sem ter feijão,
Nem mandioca,
Padece o pobre,
No seu casebre,
Longe esquecido,
Sem ter comida,
Sem esperança,
Nem um sorriso Sequer.
Padece o nativo
No sertão agreste
Na seca cruel,
Sem carne,
Sem pão,
Sem dinheiro,
Padece o sertanejo,
Padece o nordestino,
De janeiro a janeiro,
Padece seca a seca,
Por século inteiro
O nordeste brasileiro.
E ninguém dá jeito
Nesse desespero.
Fátima Trinchão
Enviado por Fátima Trinchão em 11/02/2016
Alterado em 08/11/2016


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